4 de fev. de 2011
Estava bastante curiosa para ler esse livro, já que tinha lido várias opiniões sobre ele. E confesso que esperava um pouco mais. Geralmente é assim mesmo, a gente começa a divagar sobre o tema do livro e quando vai ler, não é a mesma coisa. Não que isso seja ruim, pelo contrário, o livro, até certo ponto, cumpre o que promete.
O maior atrativo pra mim foi, sem sombra de dúvida, o tema. Uma sociedade do futuro onde as pessoas passam por uma cirurgia para se tornarem perfeitas ao completarem 16 anos? Muito massa!
Também achei muito interessante o cuidado que o autor teve ao mencionar algumas vezes a "lavagem cerebral" que os jovens recebiam antes de fazer a tal cirurgia, para se convencerem totalmente que eram todos feios, cuja única salvação possível era a operação.
A personagem principal, Tally, é uma feia "Vesguinha" a poucos meses de seu aniversário de 16 anos e mal pode esperar para se tornar perfeita e poder morar na Nova Perfeição e ir para festas todas as noites com seu melhor amigo Peris (que tinha um jeito que não me agradava, mas que depois entendi o porquê). Acontece que ela conhece uma outra feia, a Shay. E é aí que sua vida começa a mudar, quando a garota lhe conta que existia uma vila que abrigava feios que não queriam fazer a operação e diz a Tally que ia fugir para lá e pergunta se ela não gostaria de ir junto!
Bom, paro por aqui se não conto a estória toda! Mas um detalhe tenho que deixar registrado: a sociedade onde Tally vive é uma sociedade futurista e auto-sustentável. Achei bem bacana a preocupação de Westerfeld ao deixar isso bem claro, o que meio que mostra o nosso momento atual com a preocupação cada vez maior com o meio ambiente. :)
O maior atrativo pra mim foi, sem sombra de dúvida, o tema. Uma sociedade do futuro onde as pessoas passam por uma cirurgia para se tornarem perfeitas ao completarem 16 anos? Muito massa!
Também achei muito interessante o cuidado que o autor teve ao mencionar algumas vezes a "lavagem cerebral" que os jovens recebiam antes de fazer a tal cirurgia, para se convencerem totalmente que eram todos feios, cuja única salvação possível era a operação.
A personagem principal, Tally, é uma feia "Vesguinha" a poucos meses de seu aniversário de 16 anos e mal pode esperar para se tornar perfeita e poder morar na Nova Perfeição e ir para festas todas as noites com seu melhor amigo Peris (que tinha um jeito que não me agradava, mas que depois entendi o porquê). Acontece que ela conhece uma outra feia, a Shay. E é aí que sua vida começa a mudar, quando a garota lhe conta que existia uma vila que abrigava feios que não queriam fazer a operação e diz a Tally que ia fugir para lá e pergunta se ela não gostaria de ir junto!
Bom, paro por aqui se não conto a estória toda! Mas um detalhe tenho que deixar registrado: a sociedade onde Tally vive é uma sociedade futurista e auto-sustentável. Achei bem bacana a preocupação de Westerfeld ao deixar isso bem claro, o que meio que mostra o nosso momento atual com a preocupação cada vez maior com o meio ambiente. :)
Não sei bem porquê, mas a forma como o autor descrevia as sociedades me lembrou muito o conto do antropólogo americano Horace Miner, Ritos Corporais Entre os Sonacirema. Quem tiver curiosidade, basta clicar no link para lê-lo! É um conto bem leve e interessante.
E, para finalizar, um dos pontos que poderiam ter ficado um pouco melhores foi na criação dos personagens. A Tally é bem interessante e independente (adoro heroínas independentes!), mas não consegui me ligar nela totalmente, não houve aquela "conexão". Assim como acho que certos sentimentos entre os personagens em geral surgiram meio rapidamente. Eles poderiam ter sido mais bem explicados...
Enfim, Feios é um livro juvenil com um enredo bem interessante além de uma trama bem rápida e agradável de ler. Não é um dos meus favoritos, mas vale à pena ser lido sim!
➥ Para ler os dois primeiros capítulos disponibilizados pela editora Galera Record, clique aqui!
Características do livro:
Nome: Feios
Nome do original (em inglês): Uglies
Autor: Scott Westerfeld
Editora: Galera Record
Número de páginas: 415
Ano: 2005
Nota: ✿✿✿✿✿
Sexta-feira, 04 de fevereiro de 2011.
1 de fev. de 2011

Nem consegui acreditar quando vi no twitter da Elizabeth Scott que os livros "The Unwritten Rule" e "Living Dead Girl" vão vir aqui para o Brasil! Eba!!
Estava de olho já a um tempo em The Unwritten Rule para ser sincera. Ele conta a história de uma garota Sarah que tem uma queda por Ryan há anos. E ultimamente os dois têm se dado muito bem. Acontece que a melhor amiga de Sarah, Brianna, está namorando o rapaz.
Por conta disso, Sarah decide então se afastar o máximo possível de Ryan. Mas, em uma noite, algo acontece entre os dois. Sarah não consegue parar de sentir culpa, mas também não consegue parar de querer ser mais que amiga de Ryan. Tá o final ficou meio melosinho, mas como não tenho o livro em mãos, tirei a sinopse do skoob.
Quanto a Living Dead Girl, a história é bem mais densa e profunda. o livro fala sobre a vida de Alice que, aos 10 anos foi levada para longe de seus pais por Ray. Por cinco anos, Alice aprendeu a lidar com a dor e a esperar para que o pesadelo acabasse.
Agora com 15 anos, a menina ouve Ray falar cada vez mais sobre a sua morte. Ele não sabe, entretanto, que é justamente o que ela mais quer. Só que Ray tem algo ainda mais terrível que a morte para ela. Bom, a sinopse não clareia muito mais que isso sobre o livro e quero ter o livro em mãos (na livraria, pelo menos) antes de eu formular uma opinião concreta sobre ele.
Que tal a novidade?
Terça feira, 01 de fevereiro de 2011.
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